Sobre

Priscilla Boechat.

Aspirante a poeta, amante do sentimentalismo, abusa do drama, constrói suas próprias tragédias e brinca de fazer com que as palavras se tornem apenas peças. A personificação da dicotomia humana, vive nos extremos: morte e vida, tudo ou nada, sonho ou pesadelo; nunca o meio termo.